No céu onde as nuvens guardam segredos antigos,
um balão sobe, leve como o novo.
A ignorância treme na sombra,
mas uma fresta de luz insiste em nascer.
Solto meu balão na aurora:
vai com meu desejo de mundo,
meu direito de amar sem medo,
minha paz ainda em construção.
E quando a luz dança sobre o ar,
outros balões despertam calmos,
inflados de esperança,
como poemas que aprenderam a respirar.
Dan André 2014
