5 de setembro de 2013

Colo de mãe





De repente,
O mundo é ingrato!
Ficamos sem saída, perdidos.
Arranhões,
Transformam-se em feridas.
Vazias, profundas.

Surge à carência,
Um abraço apertado,
Uma sábia palavra
Que nos conforte,
Que seja acolhedora
E que devolva, a firmeza de uma rocha.

Nossas carnes são frágeis
Até Jesus Cristo,
Recorreu ao colo divino
Braços maternos, terras de paz
Que renovam as energias da alma
E devolve ao mundo,
Um ser cristalino.

Às vezes, o que precisamos na vida,
É de um colo de mãe,
Um ninho para aconchegar
Um puro manto de proteção,  
Um amor incondicional
Que não te cobra,
Que apenas consola.

Daniel André.