9 de dezembro de 2011

Minha Vittória


Veio ao mundo de oito meses,
O eterno ápice da gloria,
Um presente concedido por deuses
Nasceu a linda Vittória!

De tão frágil que és,
Medo eu tenho na hora de pegar
Mas ela responde com um sorriso no rosto
Tio vem me abraçar!

Não incomoda, não reclama,
Um sono que me faz encantar,
Das vezes que abre os olhos,
E pra sorrir e não pra chorar.

Às vezes reclama de fome,
Um grito me faz perceber,
Que até as crianças se irritam,
Quando demora a comer.

Tem noites que viram dia,
E nesse ritmo tenho que acompanhar,
Quando chega a manha estou com sono,
E agora ela quer brincar.

Daniel André

2 comentários:

  1. Hahahaha que lindeza!!!!
    Tudo os escritos e essa fofura que da vontade de morder!
    Parabens!!!
    Um bj

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  2. Que encanto de versos Meu Poeta!
    Realmente temos isso em comum, também.
    Na poesia que fiz pra minha sobrinha, só faltei escrever que ela é como se fosse minha filha.
    Abração!

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