14 de dezembro de 2011

Trancos e barrancos


Do declínio das personalidades,
surgem diferentes oceanos
uma indagação insiste:
o que fizemos nesses anos?

Rijeza de vontades
qual a gênese do conflito?
Aos trancos e barrancos
em um teto lânguido.

Respeito à privacidade
nem todo detetive é decente
para haver harmonia
é preciso a paz entre a gente.

O amor se perdeu na viagem
dele, pouco restou
vestígios do comodismo
foram varridos de mim.

Daniel André

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