4 de novembro de 2015

O prisioneiro




Não é o teu corpo,
onde corre minha língua bífida,
orvalho salgado na pele,
mãos de libido, e
urros de satisfação, que faz de mim
o seu prisioneiro. O que me prende a ti,
está além do sexo, dos dias, dos anos, da vida.
É invisível, mas é bom! 

Daniel André

9 comentários:

  1. Belissimo poema

    Adorei a mudança do blogue.

    Beijinhos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  2. Lindos poema!!! Me faz ainda mas acreditatno amor ;)

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  3. Maravilhoso poema, Daniel!
    É o invisível que se sente, e fica.
    Estive uns meses ausente, regressei há pouco tempo, e deparo-me com este poema maravilhoso...!
    Gostei muito.
    xx

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  4. Daniel, vc escreve muito bem... to segundo.. Abração...

    http://gagopoetico.blogspot.com.br/

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  5. Parabéns...formidável! Devo te parabenizar também pela boa escolha das imagens, são sempre um atrativo a mais! Abraço!

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  6. Não deixe de "me ver"....Obrigado!
    http://descansoploucura.blogspot.com.br/

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  7. lindo demais,amigo!!!!!!
    Está além....muito além de tudo isso, não é verdade?
    Amar é maravilhoso!
    bjos
    http://www.elianedelacerda.com

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  8. saudade meu poeta!
    não publique,vim só pra dizer que voltei
    xeru

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