25 de maio de 2012

Alimente-se de mim.



Não fique vagando em busca do nada
Eu sou o seu homem, é de mim que precisa
Disfarça que me enoja, mas é historia
No final, você vem e me da corda
Para eu te puxar do fundo do poço.

Temos um imã natural que nos aproxima
Travamos um duelo de excitação mental,
E no olhar, no silêncio da sala, você vem
Imóvel, do jeito que eu gosto, bem servil
Com a garganta seca, clamando por mim.

Possuir e percorrer a anatomia do seu corpo
É o meu deleite carnal, fico na euforia do orgasmo
Arrancando aplausos de gemidos de tua boca
E enquanto unimos o nosso tesão, tudo para
Porque sua obediência me excita, me fascina.

Ordeno a ti, a partir de tudo daqui pra frente
Que se alimente apenas da minha força brutal
Não buscando olhares,outras fontes, apenas de mim
Porque eu sou o teu macho, aquele te faz viajar
Por tantas órbitas e planetas, sem precisar levantar.

Um comentário:

  1. Não poderia terminar meu tour pelo seu blog com melhor poema. É visceral .O desejo na verdade é uma fome que temos do outro. Numa espécie de canibalismo.
    Ficarei sem conectar o G+ e meu blog por cerca de trinta dias. Não quero mas devo fazer isso.
    Ter seus comentários continua sendo importante.
    Já notei que as pessoas comentam, de modo geral, por ser amigas daquela/a que posta ou por educação: respondendo (muitas vezes )friamente ao comentário.
    Bem somos diferentes. Sou curiosa e gosto de comentar o que sinto.

    Até breve Meu Poeta, beijão estalaaaaaduu na sua testa!

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